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| De desconhecido a campeão olímpico - Arthur Zanetti faz história para o Brasil (foto: Reuters) |
A rotina árdua de um estudante de Jornalismo que concilia trabalho e aulas não me permitiu acompanhar os jogos nesta manhã pela TV. Aí, de repente, eu ligo o rádio para saber o que de importante terá com o Brasil nas Olimpíadas, e as primeiras palavras que ouço foram: ladies and gentleman, we now hear the national anthem of Brazil" (como eu tenho amigos que acessam esse blog dos Estados Unidos e Inglaterra, não irei traduzir, em respeito à este público). Imediatamente eu vibrei porque eu sabia que era o hino nacional da medalha de ouro.
E foi mesmo. Arthur Zanetti conquistou o ouro na final da ginástica artística, na final por aparelhos, nas argolas. Foi a primeira medalha que o país recebe nesta modalidade. Uma conquista surpreendente, mas perfeita. Sem a pressão da mídia e da população, Zanetti fez história, e já é o maior ginasta brasileiro da história. Este cara nos trouxe a medalha que outras promessas conquistaram, e isso já é um alívio.
Para completar o belo dia brasileiro, já temos duas medalhas garantidas no boxe, esporte que não conquistávamos nada desde 1968, com Servilho de Oliveira. Os atletas Esquiva Falcão e Adriana Araújo venceram seus adversários com convicção, e garantiram presença nas semifinais. Como no esporte os perdedores das semifinais já garantem bronze, é certo que vamos subir ao pódio neste esporte, e duas vezes.
Entre os feitos sem medalha, meu momento predileto foi a vitória do time de basquete masculino sobre a Espanha, por 88 a 82, depois de perder por três quartos da partida, a seleção comandada por Varejão, Nenê, Tiago Splitter, Marcelinho e outros, virou o jogo, e conquistou a melhor vitória desta primeira fase. É verdade que o time agora vai pegar uma pedreira, a Argentina, país do técnico Ruben Magnano, mas esse time é tão espetacular, é tão incrível, que é impossível de não acreditar em vitória. Eu voltei a acreditar no basquete brasileiro ao ver estes caras. Mesmo sabendo das dificuldades de conquistar uma medalha, é o time que mais está dando orgulho nestas Olimpíadas.
Os outros bons resultados saíram no vôlei. Na quadra o time masculino venceu a Alemanha por 3 sets a 0. Pena que na praia só uma dupla masculina avançou às semifinais. Emanuel e Márcio são agora nossos únicos representantes na categoria. No feminino, ainda podemos depositar nossa confiança à Juliana e Larissa, que estão também nas semifinais.
Depois de nove dias em queda, o Brasil subiu algumas posições no quadro de medalhas. Agora estamos em 22°. Tá, não é ainda a posição preferida, tá longe de alcançar o Cazaquistão, mas depois de tantas quedas, subir um pouco sempre é bom não acham? Ainda podemos subir mais, pois poderemos levar mais um monte de medalhas, quem sabe umas três ou quatro de ouro. Amanhã temos as semifinais do vôlei de praia; o jogo decisivo do time de futebol contra a Coreia do Sul; o duro duelo no vôlei feminino contra a perigosa Rússia; no handebol feminino também tem um jogo complicado, contra a Noruega. Será um dia intenso, e espero que todos estes resultados venham para o Brasil, para não entristecer meu dia que gostaria que fosse especial.
E foi mesmo. Arthur Zanetti conquistou o ouro na final da ginástica artística, na final por aparelhos, nas argolas. Foi a primeira medalha que o país recebe nesta modalidade. Uma conquista surpreendente, mas perfeita. Sem a pressão da mídia e da população, Zanetti fez história, e já é o maior ginasta brasileiro da história. Este cara nos trouxe a medalha que outras promessas conquistaram, e isso já é um alívio.
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| Boxe de Esquiva Falcão (de azul) está com duas medalhas garantidas (foto: AFP) |
Entre os feitos sem medalha, meu momento predileto foi a vitória do time de basquete masculino sobre a Espanha, por 88 a 82, depois de perder por três quartos da partida, a seleção comandada por Varejão, Nenê, Tiago Splitter, Marcelinho e outros, virou o jogo, e conquistou a melhor vitória desta primeira fase. É verdade que o time agora vai pegar uma pedreira, a Argentina, país do técnico Ruben Magnano, mas esse time é tão espetacular, é tão incrível, que é impossível de não acreditar em vitória. Eu voltei a acreditar no basquete brasileiro ao ver estes caras. Mesmo sabendo das dificuldades de conquistar uma medalha, é o time que mais está dando orgulho nestas Olimpíadas.
Os outros bons resultados saíram no vôlei. Na quadra o time masculino venceu a Alemanha por 3 sets a 0. Pena que na praia só uma dupla masculina avançou às semifinais. Emanuel e Márcio são agora nossos únicos representantes na categoria. No feminino, ainda podemos depositar nossa confiança à Juliana e Larissa, que estão também nas semifinais.
Depois de nove dias em queda, o Brasil subiu algumas posições no quadro de medalhas. Agora estamos em 22°. Tá, não é ainda a posição preferida, tá longe de alcançar o Cazaquistão, mas depois de tantas quedas, subir um pouco sempre é bom não acham? Ainda podemos subir mais, pois poderemos levar mais um monte de medalhas, quem sabe umas três ou quatro de ouro. Amanhã temos as semifinais do vôlei de praia; o jogo decisivo do time de futebol contra a Coreia do Sul; o duro duelo no vôlei feminino contra a perigosa Rússia; no handebol feminino também tem um jogo complicado, contra a Noruega. Será um dia intenso, e espero que todos estes resultados venham para o Brasil, para não entristecer meu dia que gostaria que fosse especial.







